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Ana Perugini amplia debate sobre trabalho doméstico não remunerado

A deputada federal Ana Perugini vai promover um seminário sobre a inclusão da economia do cuidado e do trabalho doméstico não remunerado na contabilização do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todas riquezas produzidas no país. O requerimento para a realização do debate na Câmara dos Deputados foi aprovado pela Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher (CMulher), na tarde desta quarta (17).

O debate, com data sugerida para 7 de junho, vai ser realizado pela comissão, com apoio da Secretaria da Mulher da Câmara, da qual Ana é integrante como 2ª coordenadora-adjunta da Bancada Feminina, e da Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Direitos Humanos das Mulheres, que tem a parlamentar como coordenadora nacional.

“O seminário foi uma proposta das debatedoras que participaram da audiência pública que realizamos no mês passado. Como o tema é muito abrangente e importante para discutirmos a reforma da previdência em relação às mulheres, foi sugerido que fizéssemos um seminário para abordarmos a invisibilidade da economia do cuidado”, explicou Ana Perugini, durante a apreciação do requerimento.

De acordo com Ana, o debate “vai ser importante para que possamos real condição de valorar o trabalho das mulheres na economia do país, criando um novo conceito de economia”.

Com o intuito de promover uma discussão plural, a deputada está convidando a ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois, o presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Paulo Rabelo de Castro, além de especialistas no assunto, como a professora Hildete Pereira de Melo, da Universidade Federal Fluminense (UFF), e representantes de institutos de pesquisa, pesquisadores e organizações não-governamentais.

Prevenção e combate à violência doméstica

Além do requerimento, a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher também aprovou o projeto de lei 6.129/2016, do deputado Flavinho (PSB/SP), que autoriza o uso de recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública em ações de prevenção e combate à violência contra a mulher. “Precisamos discutir a alocação de recursos. Projetos como esse podem mudar a nossa cultura e contribuir para que a Lei Maria da Penha seja aplicada no nosso país”, avaliou a parlamentar.

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